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INTRODUÇÕES BÍBLICAS

INTRODUÇÕES BÍBLICAS

01

TEMA:JESUS VEIO COM UM PROPÓSITO, MAS TALVEZ NÃO ESPERAVA QUE SEU PROBLEMA ERA A PERDA, E CHROU, MAS MESMO ASSIM, SUA ARMADURA, TINHA QUE USAR, CHAMAR LAZARO. USAR PARA SEU BENEFICIO E SEU NOME SER GLORIFICADO.

Pedro recebeu..depois da morte e ressurreição de Jesus, o atos dos postolos...a descida depois pregou ganhou 3 e dois 5 mil almas pra Jesus

Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quasi cinco mil.


Source: https://bible.knowing-jesus.com/Portuguese/Atos/4/4Atos/4/4

Jesus chorou: Por que e quantas vezes?

A Bíblia registra que Jesus chorou em três ocasiões diferentes. Isso reflete claramente sua natureza humana. O fato de Jesus ter chorado demonstra que Ele pode se identificar com o sofrimento humano, pois sentiu pessoalmente a profundidade da sua dor.

Por três vezes a Bíblia relata Jesus chorando:

Advertisement: 0:No túmulo de Lázaro (João 11:35)
  • Quando ia chegando em Jerusalém, pelo fato da cidade ter desprezado o tempo da visitação (Lucas 19:41)
  • Quando estava prestes a morrer (Hebreus 5:7-9)

1. Jesus chorou quando Lázaro morreu

Quando Jesus chegou em Betânia, e viu a família e os amigos de Lázaro em luto, por que Ele chorou? (João 11:33-35)

Jesus certamente sabia que Lázaro logo estaria vivo novamente, pois era para isso que ele tinha ido a Betânia. Diante disso, percebe-se que Jesus chorou não porque Lázaro estava morto, mas pelo fato da morte ser uma consequência do pecado de Adão e Eva.

O verbo "chorar" contido em João 11:35 quer dizer derramar lágrimas, chorar silenciosamente. É a única vez que é usado no Novo Testamento. Nessa ocasião Jesus não chorou, em altos prantos, como os que lamentavam ao seu redor.

Talvez Jesus estivesse chorando por Lázaro e com suas irmãs, pois sabia que estaria chamando o amigo de volta do céu para um mundo perverso, onde, um dia, Lázaro teria de morrer outra vez. Jesus havia descido do céu e sabia o que seu amigo estava deixando para trás.

Embora João 11:35 não diga especificamente por que Jesus chorou, é possível inferir outra razão no contexto: Jesus estava triste pelo fato da morte ser resultado do pecado da humanidade. O pecado entrou no mundo quando Adão e Eva comeram o fruto da árvore proibida: "o Senhor Deus ordenou ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás " (Gênesis 2:16-17).

2. Jesus chorou por Jerusalém

Enquanto a multidão estava alegre, Jesus chorava! Essa é a segunda vez que Jesus chorou publicamente. No túmulo de Lázaro Ele chorou silenciosamente, nessa ocasião sua lamentação foi em voz alta, como era de costume daqueles que eram pagos para prantear nos velórios. O choro de Jesus por Jerusalém tinha uma razão, a cidade trouxe destruição a si mesma.

A palavra "chorou" (Lucas 19:41) significa "um choro com soluços e gemidos". Nesse episódio Jesus lamentou sobre a cidade de Jerusalém. Ele sofreu uma profunda angústia, expressada por sinais de ais, gemidos e dor.

O magnífico Templo, os Palácios, os jardins dos Judeus ricos e a grande muralha cercando a cidade formavam uma vista de grande beleza e esplendor. Embora tudo aquilo fosse lindo, levou Jesus às lágrimas. Ele via coisas que outros não viam, a futura destruição da cidade de Jerusalém. Todos os esforços de Jesus para reverter a tragédia haviam sidos repelidos e rejeitados. Somente o arrependimento e a aceitação de Jesus como Salvador poderiam evitar a destruição.

O choro de Jesus por Jerusalém

Para onde Jesus olhava, encontrava razões para chorar. Ele olhava para trás e via que Jerusalém desperdiçou suas chances e deixou passar o tempo da "visitação". Quando olhava para dentro da cidade, via a incompreensão e o vazio espiritual no coração do povo. Deus já havia enviado seus profetas e mensageiros para preparar-lhe o caminho, mas o povo não conhecia quem era Jesus.

Olhando ao redor, Jesus via celebrações religiosas vazias e sem espiritualidade. O templo se tornara um covil de ladrões e aproveitadores, e os líderes religiosos estavam determinados a matar o messias. A cidade encontrava-se cheia de pessoas de várias regiões comemorando uma festa, mas o coração do povo estava pesado com os fardos da vida e com seus pecados.

Olhando para o futuro, Jesus via o inevitável e terrível julgamento que sobreviria à nação, à cidade e ao templo. Jerusalém já não tinha esperança pois o pecado, o preconceito, a rebeldia e a presunção ocultaram de seus olhos as condições necessárias para obterem a paz. Diante disso, só restava a destruição.

No ano 70 d.C., o exército romano rodeou Jerusalém por 143 dias. Nesse episódio o Templo foi incendiado e destruído. Milhares foram levados como escravos e seiscentos mil judeus foram mortos. Isso aconteceu porque o povo não levou em consideração a visitação de Deus. "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (João 1:11).

Jesus chorou por Jerusalém
Segundo Templo em Jerusalém - Imagem Pixabay

3. Chorou quando estava prestes a entregar Sua vida

“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade”. (Hebreus 5:7).

Alguns pensam que Jesus chorou por medo da morte. Porém, o significado mais aceitável para a expressão: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice" é que Sua alma estava aflita por causa dos aspectos dessa morte.

Jesus nunca havia conhecido a mancha do pecado, nem experimentado a separação da comunhão com o Pai, mas o cumprimento de sua missão o levaria à solidão, pois o Pai teria que se afastar para que Ele pudesse morrer. Assim, Jesus estava prestes a sofrer tudo isso ao assumir a culpa da humanidade. Desta forma, seria impossível Jesus experimentar a separação do Pai sem sentir dor.

Portanto, Jesus deu passos decisivos e firmes rumo à sua crucificação e morte. Isso exclui o pensamento de que Jesus queria escapar da morte física na cruz.


A ressurreição de Lázaro pelo Senhor Jesus está registrada na Bíblia: “Marta, irmã do defunto, disse- lhe: Senhor, já cheira mal, porque está morto há quase quatro dias. Respondeu-lhe Jesus: Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus? Tiraram então a pedra. E Jesus, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, graças te dou, porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão que está em redor é que assim falei, para que eles creiam que tu me enviaste. E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu o que estivera morto, ligados os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir” (João 11:39-44). Sempre que lemos essa história, sentimos a onipotência e a maravilha de Deus e vemos como Suas palavras possuem autoridade e poder: com uma palavra, Ele trouxe os mortos de volta para a vida. Deus, porém, não fez isso apenas para nos mostrar Seu grande poder — que intenção, então, Ele queria nos comunicar por meio do milagre da ressurreição de Lázaro realizado pelo Senhor Jesus? E que inspiração ganhamos disso?


A ressurreição de Lázaro prova que o Senhor Jesus era o Próprio Deus

As palavras de Deus dizem: “Naquela era, era extremamente significativo que o Senhor Jesus fez algo assim. Como Deus havia Se tornado carne, as pessoas só podiam ver Sua aparência física, Seu lado prático e Seu aspecto insignificante. Mesmo que algumas pessoas vissem e entendessem um pouco do Seu caráter ou alguma habilidade especial que Ele parecia possuir, ninguém sabia de onde vinha o Senhor Jesus, quem Ele era realmente em Sua essência e quais outras coisas Ele realmente era capaz de fazer. Tudo isso era desconhecido para a humanidade. Tantas pessoas queriam encontrar provas para responder a essas perguntas sobre o Senhor Jesus e conhecer a verdade. Poderia Deus fazer algo para provar a Sua Própria identidade? Para Deus, isso era muito fácil, facílimo. Ele podia fazer alguma coisa em qualquer lugar e a qualquer momento para provar a Sua identidade e essência, mas Deus tinha Seu modo de fazer as coisas — com um plano e em passos. Ele não fez as coisas indiscriminadamente; ao contrário, Ele procurou o momento certo e a oportunidade certa para fazer algo que Ele permitiria que o homem visse, algo que realmente estivesse impregnado de sentido. Dessa forma, Ele provou Sua autoridade e identidade. Então, a ressurreição de Lázaro poderia provar a identidade do Senhor Jesus? Vejamos a seguinte passagem das escrituras: ‘E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu o que estivera morto […]’. Quando o Senhor Jesus fez isso, Ele disse apenas uma coisa: ‘Lázaro, vem para fora!’ Lázaro então saiu do seu sepulcro — isso foi realizado por causa de algumas poucas palavras proferidas pelo Senhor. […] esse milagre foi a mais normal e minúscula demonstração da autoridade do Criador. Essa é a autoridade e o poder de Deus. Deus tem autoridade para fazer uma pessoa morrer, e para fazer com que sua alma deixe o corpo e retorne ao Hades ou para onde quer que deva ir. A hora da morte de uma pessoa e o lugar para o qual ela vai depois da morte — isso é determinado por Deus. Ele pode tomar essas decisões a qualquer hora e em qualquer lugar, sem restrição por humanos, eventos, objetos, espaço ou geografia. Se quer fazer isso, Ele pode fazê-lo, pois todas as coisas e todos os seres vivos estão sob o Seu governo, e todas as coisas proliferam, existem e perecem por Sua palavra e Sua autoridade. Ele pode ressuscitar um morto, e isso também é algo que Ele pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar. Essa é a autoridade que somente o Criador possui” (“A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III”). As palavras de Deus nos mostram que, quando o Senhor Jesus apareceu e operou na carne como o Filho do homem, os judeus daqueles dias viram que o Senhor Jesus tinha a aparência de um homem comum. Eles não sabiam quem Ele era, sabiam apenas que Ele era o filho de um carpinteiro, que Ele tinha pais, irmãos e irmãs e que Ele era um homem comum. Mas quando O ouviram pregar, muitos sentiram que as palavras do Senhor Jesus possuíam autoridade e poder e que eram palavras que nenhum ser humano era capaz de proferir. Os sermões que Ele pregava eram capazes de resolver as dificuldades práticas das pessoas e mostravam a elas a senda da prática, como, por exemplo, os ensinamentos de que as pessoas devem amar a Deus com todo seu coração, com toda a sua mente e com toda a sua força, que devem amar o próximo como a si mesmas, perdoar aos outros setenta vezes sete vezes, amar seus inimigos etc. Elas nunca tinham ouvido algo igual antes

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